Gerenciamento de Projetos no Setor de InfraestruturaA Economia Brasileira vem apresentando números consistentes. O PIB  (Produto Interno Bruto) brasileiro, que mostra o comportamento de uma economia, cresceu 9% no primeiro trimestre de 2010, ante o mesmo período do ano passado, a maior variação desde o início dessa base de comparação na série histórica, em 1996,bem acima do registrado nas principais economias mundiais.

Autor:  Luiz Carlos Carrete e Silva, PMP




O nível de investimento voltou a ficar próximo ao nível observado antes da crise, em relação ao primeiro trimestre de 2009, a chamada FBCF (Formação Bruta de Capital Fixo), que mede o investimento, subiu 26%, maior expansão desde 1996.

Além dos números recém divulgados existem fortes tendências à continuidade deste crescimento em função da necessidade de investimentos em gargalos de infra-estrutura, novas descobertas na extração de Petróleo (pré-sal) e eventos esportivos (Copa 2014 e Olimpíadas 2016), conforme resumido abaixo:



§  O governo federal lançou em março de 2010 o PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento), com investimentos divididos entre 2011 e 2014 e pós-2014, somando R$ 1,59 trilhão em obras de infraestrutura;

§  A Petrobras divulgou sua carteira de projetos para o período de intervalo 2011-2014 em investimentos de R$ 250 bilhões;

§  A realização da Copa do Mundo 2014 e as Olimpíadas 2016 prevêem vultosos investimentos em: Em planejamento e execução de todas as etapas de obras ligadas à infraestrutura de: Construção, Saneamento, Energia, Incorporação; Aeroportuário, Transporte Terrestre; Tecnologia, etc.



Enfim, as oportunidades são diversas, nos mais variados segmentos e regiões. E esta diversificação de oportunidades é que faz do Brasil o país para se investir no futuro, aliados as outras tantas características positivas que o país tem mostrado nos últimos anos.

Os principais stakeholders envolvidos em grandes projetos de infra-estrutura têm o interesse e a responsabilidade de administrar diversas interfaces e variáveis buscando que os fatores custo e prazo sejam otimizados ou pelo menos não afetem aos fatores críticos de sucesso destes projetos.

Desta forma existe um grande desafio a ser enfrentado pelos stakeholders (governos, investidores, empresas contratantes e executantes) ao longo das fases no desenvolvimento de grandes projetos de infra-estrutura. Visto a quantidade de variáveis e interfaces envolvidas, grandes pressões, recursos escassos e cada vez mais fiscalizados por órgãos oficiais, imprensa e a própria sociedade.

Em função do seu porte os projetos de infa-estrutura envolvem um grande numero de subcontratações e aquisições sendo que uma vez contratado, o fornecedor passa a fazer parte do projeto e conseqüentemente do sucesso dele.

 Desta forma é de suma importância para seu sucesso à aplicação de praticas formais e documentadas, amplamente divulgadas pelo PMI, aplicadas ao Gerenciamento de Contratações, Mudanças e Reinvidicações com objetivo de atender aos seus fatores críticos de sucesso (no custo previsto, escopo e qualidade acordada e dentro do prazo estabelecido), processos formais e integrados de controle de mudanças, prevendo e/ou solucionando reivindicações, além de fatores relacionados a saúde, meio ambiente e segurança.

O Foco do Gerenciamento de Contratações, Mudanças e Reinvidicações em Grandes Projetos de Infra Estrutura se volta principalmente às estas áreas que diretamente produzem benefícios aos seus stakeholders (Governos, investidores, empresas contratantes, empresas executantes e a sociedade).


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