Abraão AdahisEste artigo visa analisar as possíveis relações entre as ocorrências de situações de vida, em metas pessoais projetadas e, a possibilidade de ferramentas de gerenciamento de projetos, estabelecidas pelo Guia PMBoK 2004, serem eficazes no tratamento de riscos e apoio à decisões de mudanças que este projeto pode exigir, bem como propor técnicas para identificar e gerir tais processos.

 Palavras chave: Projetos, Gerênciamento, Mudanças, Vida.

 Autor: Arquiteto Abraão Dahis
Pós-Graduando MPM em Gerenciamento de Projetos

  1. As dificuldades e resistências nas mudanças
“O mundo odeia mudanças. No entanto, é a única coisa que tem trazido progresso.”
Charles Franklin Kettering (1876-1958) – Inventor americano e co-fundador da Delco Eletronics.

Partiremos do princípio, que  já se tem um Projeto de Vida e se sabe qual são as metas (marcos) deste projeto, como também, já se tem um Plano de Ação para alcançá-las.
Como as ferramentas de gerenciamento de projetos poderão ajudar a planejar, executar, controlar e, finalmente efetivar uma ou mais mudanças neste “Projeto de Vida”?
Quantos, diante da tentativa de transformar qualquer aspecto, não sentem grande dificuldade em mover-se na direção da mudança pretendida? Por que da dificuldade em romper com a inércia e assim, partir para o movimento? Mudar significa ocupar outro espaço, deslocar-se de uma situação para outra, de um estado atual para um estado desejado.
Este movimento exige liberdade de trânsito e, em oposição a isso, a grande dificuldade nestes momentos, é proporcional ao medo da perda, o medo de “deixar para trás”.
Embora o desejo de mudança seja forte, as circunstâncias onde mais facilmente se pode detectar o medo de perdas, são aquelas que envolvem perda material, perda de apoio afetivo, perda de segurança social e outros tipos de perdas.
Aprisionadas pelo medo de tantas possibilidades de perdas, a maioria das pessoas prefere se manter inerte, ao invés de “correr riscos” para transformar em ganhos, as questões que geram a necessidade de mudar. Um indivíduo para gerar mudança precisa agir, e, esta ação advém de um comportamento, das capacidades pessoais para lidar com as situações. É também baseada em crenças e valores que formam sua identidade e o norteam neste mundo; além disso, o conecta com a consciência do “algo maior”.
O que vivemos hoje é fruto de escolhas que fizemos no passado e, por isso, para mudarmos, temos que assumir que erramos ou, ao menos, que a opção que fizemos não nos interessa mais. Na maioria dos casos, é preciso transformar primeiro a si próprio para conseguir efetivar uma mudança desejada.
Uma mudança realmente não é simples e fácil de se fazer. Vale lembrar: “Não é possível fazer omeletes sem antes quebrar os ovos!”.]

 

2. As necessidades de mudança


3. A Matriz SWOT de Análise de Riscos


4. O planejamento


5. O Modelo T.O.T.S.


6. Gerenciando riscos


5. Processo de Planejamento do Gerenciamento de Riscos – PMBoK


6. Como elaborar um Plano de Gerenciamento de Riscos?


7. Conclusão

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